Promoção oportuna e esclarecedora em Lisboa. Vindimados os 85 hectares das suas vinhas, a QUINTA NOVA de Nossa Senhora do Carmo, pertença da família Amorim, veio a Lisboa, bastante eufórica e dinâmica, mostrar a sua valia e projecto de futuro. Na plenitude dos vinhos que produz e comercializa e do radioso Hotel Rural nascido no ano findo de antiga casa senhorial oitocentista situada na margem direita do rio Douro, junto ao Pinhão, tem em conta outras promissoras iniciativas. A funcionar a contento, nessa acolhedora unidade existem onze quartos decorados ao estilo da época, com vista para as vinhas, agora de cores outonais e para o rio, sempre grandioso e sedutor. Das diversas salas com lareira, na harmonia da Natureza e da tradição, desfrutamse paisagens de singular beleza que se experimentam com o silêncio e a tranquilidade do majestoso vale do Douro. A administradora drª Luisa Amorim e a responsável do marketing, engª Paula Sousa, assim como os técnicos da Viticultura e Enologia, eng°s Ana Mota e Francisco Montenegro, lograram, com a sua simpatia, numa das salas do restaurante Eleven, no alto do Parque Eduardo VII, apresentar, em 12 de Outubro, os vinhos da empresa e dar a proválos com saber e suficiente entusiasmo e profissionalismo. Numerosos convidados do sector horeca, bem como representantes de hotéis, restaurantes, garrafeiras e diversos escanções, foram convenientemente informados do projecto da QUINTA NOVA, onde funciona desde 2005, nascido da reconstrução da antiga casa oitocentista, aquele acolhedor hotel do vinho, que ainda não visitámos, mas que -como nos informam- reúne as melhores condições para satisfazer os enoturistas mais exigentes. Comentados pelo enólogo, seguiuse a prova dos vinhos de mesa: Três Pomares branco 2005, Três Pomares tinto 2004, QUINTA NOVA tinto 2003, QUINTA NOVA tinto 2004, QUINTA NOVA Reserva 2005 (a lançar em Abril ou Maio de 2007) e QUINTA NOVA Grande Escolha 2005 (cujo lançamento está previsto para Agosto ou Setembro do próximo ano), bem como dos generosos QUINTA NOVA Rubi Reserva, QUINTA NOVA LBV 2002 e vintages QUINTA NOVA 1996 e 2000. Tratou-se de excelente exercício organoléptico e de degustação, bastante positivos pela qualidade de cada um dos aromas e saborosos vinhos, cujos preços se compatibilizam com a estatura que manifestaram, tendo em vista, inclusivamente, o custo de 4,35 euros dos Três Pomares de 2004 e 2005 até ao vintage de 2000 (49,25 euros) e está na mira da empresa, para além da abertura de uma outra loja instalar um museu do vinho no Pinhão. |